O dinheiro aparentemente gasto em propaganda por parte de Alberto João Jardim é despesa que não tem fim, como bem sabe qualquer cidadão minimamente atento - não esquecer que o Jornal da Madeira é financiado a 100% pelo governo regional, custando cerca de 4 milhões de euros anuais. Além disto, existem sempre outras despesas realizadas por Alberto João que têm em vista dar projecção à sua visão- a de alguém que se encontra no poder há mais de 36 anos-, como parece ser o caso do estudo "Deve e Haver das Finanças da Madeira, séculos XV a XXI”. No início do verão, o jornal Público noticiava que o governo regional tinha encomendado um estudo "com o objectivo de contrariar a ideia de despesismo associada à Região Autónoma da Madeira". As linhas gerais e conclusões do estudo- que custou mais de meio milhão de euros (contou com co-financiamento europeu) e que foi inicialmente encomendado em 2002 - foram apresentadas em Junho. No mês passado o governo regional encomendou a reprodução de exemplares do livro e brochuras "Deve e Haver das Finanças da Madeira, séculos XV a XXI”, por ajuste directo de valor superior a 35 mil euros (35.050,00 € + IVA). Será que o livro contém algum capítulo dedicado a ensinar como se escondem dívidas superiores a mil milhões de euros?
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
É impossível esquecer Alberto João Jardim
“Agora deixem-me à vontade. Não tenho planos por enquanto.
Não se metam na minha vida, esqueçam que eu existi. Deixem-me em paz”. Estas
foram as palavras de Alberto João Jardim numa entrevista ao Expresso, a
propósito dos 40 anos como presidente do governo regional. No entanto, o Má
Despesa não conseguirá, tão cedo, esquecer-se do responsável por alguns dos
casos mais graves aqui divulgados. Aliás, antes de ser conhecido o buraco financeiro do arquipélago, o Má Despesa escreveu à troika a pedir a sua
intervenção para pôr fim à festa jardinista. O mal já estava feito, com a
conivência das autoridades nacionais. É que a Madeira pareceu sempre viver sob regime da excepção - a começar pela possibilidade de os políticos poderem acumular salário pelas suas funções com reformas.
Relembramos agora algumas das história
sobre a Madeira, publicadas no blogue, que, infelizmente, não conseguimos
apagar da nossa memória.
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