O Instituto Nacional de Estatística
decidiu oferecer um corta-papel em prata aos trabalhadores que
cumpram 25 anos de serviço. Preço: 8,7 mil euros.
Observatório da Má Despesa Pública. Denuncie e partilhe madespesapublica@gmail.com
Mostrar mensagens com a etiqueta INE. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta INE. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 2 de abril de 2015
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Censos 2011: 2,5 milhões para publicidade, mas recenseadores sem salários
Há um mês terminou a fase de recolha de informação do Censos 2011, da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística. Segundo informação publicada em Diário da República, o montante disponível para esta campanha de publicidade era de 2,5 milhões de euros (+IVA) para “despesas com a aquisição de serviços de planeamento, negociação, compra e gestão da colocação em meios de uma campanha de informação e mobilização da população e produção de alguns dos seus suportes”.
Uma consulta feita pelo Má Despesa Pública ao Portal dos Contratos Públicos encontrou contratos, por ajuste directo, no montante de cerca de dois milhões de euros. Uma fatia principal desse bolo, quase 700 mil euros, destinou-se à RTP, SIC e TVI. Outras empresas de publicidade exterior, jornais, revistas e agências também foram contempladas.
Apesar de toda esta despesa, uma parte significativa dos 30 mil recenseadores ainda não foi pago, apesar de o trabalho já ter sido concluído. O Má Despesa Pública tem conhecimento que os recenseadores do concelho de Lisboa, aos quais se juntam outros concelhos, além de ainda não terem sido pagos, não têm data para o pagamento dos serviços prestados directamente às respectivas juntas de freguesia. Os recenseadores, eram, na maioria, trabalhadores a recibo verde.
Ironicamente, esta semana, o jornal Sol dava conta que, com o fim dos inquéritos à população, cerca de 30 mil pessoas voltariam ao desemprego. Isto, apesar de ainda não terem sido remuneradas pelo último trabalho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

