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quarta-feira, 19 de março de 2014

O Banco de Portugal precisa de terapia



Os leitores estão cansados de saber que a austeridade fica à porta do Banco de Portugal (BdP). Na semana passada,  descobrimos os novos BMW´s adquiridos por esta instituição que leva uma vida de rica num país pobre e hoje é dia de falar de mobiliário - e não só. No final de Fevereiro, o BdP lançou o concurso público para "aquisição de mobiliário geral" pela módica quantia de 625 mil euros. Como é do conhecimento público além fronteiras, as contas não são o ponto forte desta casa (basta lembrar a supervisão -não- feita ao BPN e BPP, por exemplo) e chegada a Março lá concluiu que todo aquele dinheiro não dava para comprar cadeiras e ontem lançou o respectivo concurso público no valor de 198 mil euros. Naturalmente, na azáfama das compras ninguém tem tempo para pensar em muito mais e o BdP lá decidiu gastar mais 195 mil euros na aquisição de serviços de avaliação de candidatos. E o Má Despesa pergunta: quando é que a troika interna o Banco de Portugal? 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Em Serpa cada cadeira custa 891 euros


A Câmara de Serpa remodelou a sala de sessões dos Paços do Concelho, que apresentava algumas limitações ao nível do som e de climatização. O valor da obra, incluindo o mobiliário, ficou nos 85 mil euros. No entanto, só as 42 cadeiras que agora estão na tal sala tiveram um custo total de mais de 37 mil euros. Ou seja, Serpa pagou 891,50 euros por cada uma das 43 cadeiras. Esta não é a primeira vez que o Má Despesa alerta para os gastos luxuosos com cadeira, mas esta bate recordes.

Fontes: Praça da República e Rádio Pax

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

No Inatel cada cadeira custa 400 euros



O rés-do-chão da sede da Fundação Inatel tem de ter qualquer coisa de especial. A aquisição de 39 cadeiras para o rés-do-chão custou 15.793 euros, isto é, 400 euros a unidade. Um valor muito acima da média do mercado e que demonstra os hábitos caros da instituição na compra de mobiliário.
No Verão de 2008, Vítor Ramalho foi nomeado presidente da Fundação INATEL. Uns meses depois precisou de umas estantes. Até aqui nada de novo. Só que o fornecimento e colocação de estantes nos gabinetes do conselho de administração da fundação custou 7.522 euros. São, provavelmente, as estantes mais caras do país.