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terça-feira, 6 de outubro de 2015

O Hospital de Viseu anda a "queimar" enfermeiros?


 
O caso parece digno dos anos sessenta mas é relatado pelo Jornal do Centro na semana passada (edição de 2 de Outubro) e merece ser transcrito por motivos óbvios.
«Ao Hospital tondelense já dão o nome de “unidade de queimados”. Em causa, as guerras entre enfermeiros e a diretora do serviço. Ordem formalizou duas queixas e processos estão em “apreciação”.
A “transferência compulsiva” de um enfermeiro do hospital de Viseu para o de Tondela está na base de uma queixa apresentada contra a enfermeira diretora do Centro Hospitalar na Ordem dos Enfermeiros. O profissional foi transferido depois de testemunhar a favor de um colega que também tinha apresentado uma queixa e que deu origem a um processo disciplinar.
À Ordem e aos sindicatos têm chegado “informalmente” mais denúncias que envolvem a responsável de enfermagem. Esta é uma das duas queixas que a Ordem dos Enfermeiros tem em “apreciação” e que foram apresentadas contra a enfermeira diretora do Centro Hospitalar Tondela Viseu (CHTV). Os processos disciplinares estão na mão do Conselho Jurisdicional Regional que está a investigar os casos. Em causa, ao que o Jornal do Centro apurou, estão questões relacionadas com “as relações profissionais” entre enfermeiros e quem os dirige.
O primeiro caso envolve um enfermeiro que foi despedido três meses depois de ter começado a trabalhar no Hospital de Viseu. Tudo começou quando anunciou que iria usufruir do período de licença de paternidade a que tinha direito ao que a enfermeira diretora terá dito que “se soubesse que ia ser pai não o tinha contratado”, uma declaração que terá sido proferida durante uma reunião do serviço a que estava afeto (Urologia) e onde estavam presentes mais pessoas. (...)»

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O exemplo que (não) vem do Centro Hospitalar de Torres Vedras



Uma leitora descreveu ao MDP a seguinte realidade:
"No Centro Hospitalar de Torres Vedras existe uma situação no mínimo caricata. O Presidente do Conselho de Administração, Dr. Gonçalves André, tem direito a viatura e motorista particular. Pelo que consta, irritado por lhe terem sido cortados aproximadamente 500 euros de ajudas de custo do seu vencimento, achou-se no direito de ter direito a viatura e motorista particular para as suas deslocações diárias. Convém salientar que o Sr. Doutor vive em Loures.

Assim, o motorista desloca-se de propósito de Torres Vedras a Loures para ir buscá-lo todas as manhãs pelas 7h30m. Dizem as “más-línguas” que algumas vezes também leva os filhos do Sr. Presidente à escola. À noite o motorista e viatura fazem o percurso inverso e voltam para Torres Vedras.
Como é óbvio o motorista tem que fazer horas extraordinárias e, além dos custos do combustível, acrescem também os custos de 4 portagens diárias na A8 (aprox. 200 euros por mês).
A situação ainda é mais cómica visto a viatura ser um Renault 19 bem antigo, com o dístico na traseira a indicar que pertence ao Estado Português. O Sr. Presidente só vai no banco traseiro e o motorista foi obrigado a usar fato e gravata para executar o serviço. No mínimo esta situação é ridícula."