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quarta-feira, 24 de julho de 2013

A Educação do betão


Continua. A autarquia de Vila Franca de Xira lançou concurso público, no início do mês, para a empreitada de construção da nova escola básica do 1.º ciclo do Sobralinho (na foto), uma freguesia com pouco mais de 5 mil habitantes.  A obra vai custar (inicialmente) 1,9 milhões de euros. O Má Despesa nem consegue imaginar como seria se a crise não fizesse parte da vida do país.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma chamada de atenção ao ministro das Finanças


Uma mensagem de uma leitora do Má Despesa Pública que, de uma forma simples, explica como se pode poupar no economato de uma escola.

“Exmo. Senhor Ministro das Finanças:
Sou tesoureira na Escola Secundária Daniel Sampaio em Almada, e como sabe o meu vencimento tem sofrido os cortes que o seu Governo acha necessários para ajudar a combater a crise que assola o nosso País.
No âmbito das minhas funções profissionais, tenho de informar o Ministério da Educação e Ciência, através do Portal de Compras Públicas, a agregação do economato para o ano económico de 2013. Depois de analisar o procedimento a que tenho de dar resposta, deparo-me com a seguinte situação: para comprar uma pen drive de 32GB, vou pagar através das ComprasMEC, 59,33€ se comprar no hipermercado perto da Escola pago pela mesma pen drive, exatamente com as mesmas características 19,90€. Ora este é apenas um exemplo, porque no procedimento de 90 páginas que tenho que agregar, existem muitas situações idênticas. Estando o País a necessitar de poupar muito dinheiro, não acha o Senhor Ministro, esta situação surreal?
Com os melhores cumprimentos.
Maria Teresa Rosa dos Santos Barquinha”

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Uma escola exemplar


“O processo das obras de remodelação da EB 2,3 de Cabeceiras de Basto já é caso de Polícia”, escreve o Jornal de Notícias. O diário relata várias questões que levantam suspeitas sobre o processo de remodelação. No entanto, cingindo apenas aos números, fica-se a saber que a obra estava orçada em quatro milhões de euros, aos quais se juntaram depois 3,8 milhões em “obras complementares”. Um luxo de quase oito milhões de euros para um concelho de 17.635 habitantes (INE).