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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MDP TV:O submundo do negócio dos manuais escolares patrocinado pelos Governos



"Uma investigação da TVI concluiu que um dos factores que encarece os manuais escolares é a despesa com ações de marketing, promoção e as ofertas que as Editoras fazem e que são proibidas por lei. As ofertas são legalmente proibidas, para não condicionar a escolha dos manuais por parte dos professores.Um negócio de milhões que está na mão de apenas duas editoras e que devia ser regulado e fiscalizado pelo Estado Português, para proteção das famílias." Esta grande reportagem da TVI sobre o obscuro negócio dos manuais escolares vai, certamente, causar-lhe alguns enjoos e, eventualmente, até vai julgar que está a ver algo sobre um qualquer negócio napolitano (reportagem disponível aqui)

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ministério da Educação faz ajuste directo exemplar (mesmo)


A situação é tão rara de encontrar que até merece o nosso destaque. A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência decidiu avançar com um contrato para “serviços técnicos de apoio à gestão de projectos no âmbito do Programa Operacional Capital Humano”. Apesar de se tratar de um ajuste directo, esta entidade convidou três empresas a apresentarem propostas de forma, presumimos nós, a escolher a mais apropriada. Parece até estranho estarmos a relembrar às entidades públicas o óbvio: o ajuste directo deve ser concluído após a análise de várias propostas de forma a seleccionar a mais indicada para o bem comum. 






sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Já pediu o (seu) Jornal de Letras ao Ministério da Educação?



A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência gasta  50.946,00 € (+IVA) em assinaturas do Jornal de Letras (JL) durante este ano e o próximo. E o Má Despesa foi fazer contas para apurar o número de assinaturas compradas por aquela entidade pública, tendo descoberto que é possível assinar o JL durante 1 ano, com direito a desconto de 30% e a receber grátis 1 ano de assinatura pelo preço de 97,92€ (assinatura digital durante dois anos). Desta forma, com o montante pago pelo Ministério da Educação (62.663,58€, preço com IVA), qualquer cidadão conseguiria adquirir 640 assinaturas pelo período contratualizado pelo organismo dirigido por Nuno Crato. A imaginação do Má Despesa não consegue alcançar a razão pela qual o ministro quer tantas assinaturas daquele jornal - lá deve haver alguma fórmula matemática criada pelo próprio que explique tal necessidade.
 
 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Isto parece a Grécia (5): Ministério da Educação paga por rendas de edifícios que eram seus


"O Ministério da Educação está a pagar rendas à empresa pública Parque Escolar pela ocupação dos edifícios da Avenida de 24 de Julho, em Lisboa, que há três anos eram sua propriedade. A Parque Escolar é uma empresa tutelada pelo ME, que foi criada em 2007 para gerir um programa de modernização das escolas secundárias. Este ano, o ministério vai pagar-lhe também cerca de 50 milhões de euros em rendas pelas 103 escolas que já foram objecto de remodelação." (Fonte: Público)