quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Concurso à medida? O caso do técnico superior de Alpiarça




Recebemos de um leitor um exemplo de um concurso público de uma autarquia que parece ser feito à medida de alguém já escolhido. Aqui fica o testemunho: “Termina hoje o prazo para que arqueólogos professores possam responder ao concurso para técnico superior em Alpiarça com funções na área do inventário patrimonial e artístico. A Câmara Municipal de Alpiarça procura preencher a vaga de técnico superior (Museologia) com, pasme-se, a formação seguinte: Licenciatura em História, variante Arqueologia, ramo Educacional. Mas, procura esta autarquia um arqueólogo? Um professor? Para ministrar que disciplina? Arqueologia? No ensino regular? Procura o melhor profissional, restringindo a hipótese a que poucos concorram? Não! Alpiarça quer preencher a vaga com um museólogo mas para isso pede um histório-arqueólogo com capacidades educacionais? Não seria mais adaptado alguém com formação em História, História da Arte e Museologia para as funções definidas? Parece-nos que sim. Onde fica o arqueólogo se em nenhuma parte do edital surge a referência a arqueologia? E o professor? Terminamos com a pergunta: quem servirá este Concurso Público?”



Conhece exemplos de concursos públicos para contratação feitos à medida de determinadas pessoas? Envie os casos para madespesapublica@gmail.com

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