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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Má Despesa a dar que falar





Esta semana o Má Despesa Pública tem aparição dupla na Sábado. O post de segunda-feira relativo aos guarda-chuvas adquiridos pelo município de Loures não passou despercebido à revista semanal. O outro caso, apesar de não ter sido relatado pelo Má Despesa, assume especial relevância por estas bandas. 





Está em causa a "combinação curiosa que se verifica em Ourém: o presidente da câmara municipal, Paulo Fonseca, foi declarado insolvente - o Tribunal Constitucional recusou o seu último recurso - e, não obstante a possibilidade de perder, por isso, o mandato, tem ao seu dispor um decreto-lei que permite ao município fazer contratos pela via de ajuste directo por valores tão excepcionais quanto o próprio diploma: até 5,186 milhões de euros (ao invés dos 150.000 euros previstos na lei) no caso de empreitadas, e até 207.000 euros (no lugar dos habituais 75.000 euros) pela aquisição de bens e serviços." Segundo os tribunais, "ao presidente da Câmara de Ourém foram imputadas dívidas a nove entidades, no total de 4,64 milhões de euros. O maior credor de Paulo Fonseca é o BCP (1,3 milhões de euros). Seguem-se a Parvalorem (946.000 euros) e a Caixa Geral de Depósitos (890.000 euros)", lê-se na revista Sábado. Em bom rigor, todos os contribuintes são credores de Paulo Fonseca, via Caixa Geral de Depósitos e Parvalorem (ex- BPN). Também é assinalável o facto de algumas dívidas respeitarem a uma empresa de construção civil de Paulo Fonseca na altura em que foi governador civil de Santarém - nos tempos de José Sócrates, por sinal. 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Os lapsos do Correio da Manhã e da Sábado



No Brasil chama-se a isto chupanço, mas vamos partir do princípio de que se trata de um lapso. Por lapso, o Correio da Manhã não refere na sua notícia de hoje sobre o caso do concurso para as refeições da Assembleia da República que a mesma foi revelada, em primeira mão, no Má Despesa. Também por lapso, a revista Sábado desta semana se esquece de indicar a origem da história do estudo da Câmara de Portimão, aqui revelado a 15 de Maio.



sábado, 17 de março de 2012

sábado, 10 de março de 2012

Turismo religioso na revista Sábado

O Má Despesa, há semanas, chamou a atenção para os dinheiros das autarquias que eram canalizados para o turismo religioso. A questão acabou por ser destacada pela revista Sábado.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

“Este país gasta muito dinheiro mal gasto”




É este o título da reportagem publicada na edição de ontem do Público em papel. O texto dá a conhecer a origem do Má Despesa e põe em destaque os Prémios Má Despesa, atribuídos no fim do ano aos casos mais preocupantes divulgados ao longo de 2011. Como o texto não está disponível no online, partilhamos aqui com os leitores. Já sabe, denuncie e partilhe casos de Má Despesa através do madespesapublica@gmail.com.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Não compre o i de hoje



Está em destaque na edição de hoje do jornal i o caso dos cinco mil euros gastos pelo Banco de Portugal em material de golfe. O caso foi denunciado pelo Má Despesa Pública na passada terça-feira. O artigo não cita a origem da denúncia, mas mais preocupante que isso, é o facto de não ter servido de pretexto para analisar outras despesas do Banco de Portugal. Por isso, se pretendia comprar o jornal para perceber melhor a lista de despesas do Banco, poupe um euro. O Má Despesa tem dedicado os últimos dias a publicar vários exemplos de gastos duvidosos que merecem ser investigados pela imprensa.

Aqui vai uma lista (não exaustiva):

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Jornal Sol explica ajuste de 2,2 milhões no Banco de Portugal


Na quarta-feira, o Má Despesa alertava os seus seguidores para a auditoria paga pelo Banco de Portugal no valor de 2,2 milhões de euros. Dois dias depois, a explicação do ajuste directo que data de Novembro do ano passado, veio no jornal Sol. Em causa estavam os testes de stress aos 8 maiores bancos nacionais. Serão os próprios bancos a pagar a conta. O contrato foi assinado pelo Banco de Portugal pela “urgência imperiosa”.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Não compre a Sábado desta semana


A edição da Sábado desta semana traz um artigo sobre as despesas de entidades públicas em tempos pós-troika. Uma maioria significativa dos exemplos apontados foram divulgados pelo Má Despesa nos últimos meses. Portanto, poupe os três euros e continue a acompanhar o Má Despesa. Já agora, aproveitamos para recuperar alguns dos casos agora copiados pela Sábado.

1. Os 100 mil folhetos da Empresa Municipal de Cultura e Turismo de Santarém que custaram 125 mil euros.

2. O caso dos relógios de ouro de Almada. A história já foi tão falada por outros meios de comunicação que a Câmara teve de responder no Facebook.

3.A revista da Câmara do Porto que custa quase 250 mil euros.

4.A incríveis despesas da Agência Nacional para a Qualificação, desde a banda desenhada até às corridas.

5.Google de Almada. O caso dos serviços de pesquisa online para sites internet do município de Almada que custam 9.999 euros.

Esta não é aliás a primeira vez que a Sábado usa informação publicada no Má Despesa. Já antes tinha pegado na história de que na última Bolsa de Turismo de Lisboa, a Região Autónoma da Madeira tinha pago 34.977 euros pela presença de manequins num jantar.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Milhões do Natal da Madeira são finalmente notícia


O Público escreve hoje sobre as iluminações e o fogo-de-artifício de Natal e da Passagem de Ano na Madeira. Segundo o jornal, o governo irá gastar três milhões de euros nas iluminações e no fogo-de-artifício, sendo que 2,29 milhões de euros serão apenas pagos aos fornecedores nos próximo ano. No entanto, o total gasto em festas e Natal e Passagem de Ano poderá chegar aos 5 milhões de euros, em linha com os anos anteriores.
Estes números não são novidade para o Má Despesa Pública. Já em Agosto alertávamos para o milhão de euros que seria gasto na Madeira apenas no fogo-de-artifício. Depois, avisamos que os gastos totais com estas festas poderiam ser de cinco milhões de euros. A situação pareceu-nos de tal forma grave que pedimos aos nossos seguidores para pressionarem o FMI, BCE e UE a porem travão a esta situação. Em Setembro, graças à troika, descobriu-se o enorme buraco orçamental da Madeira. Mesmo assim, as despesas mantêm-se.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Modelos da Madeira chegam à Sábado


Todos os casos de Má Despesa aqui divulgados apresentam as ligações e as fontes para que os nossos seguidores não tenham dúvidas quanto à sua veracidade. Por várias vezes apresentamos em primeira mão exemplos de Má Despesa que depois obtêm repercussão nos meios de comunicação social. Exemplo disso, foi a história de que na última Bolsa de Turismo de Lisboa, a Região Autónoma da Madeira pagou 34.977 euros pela presença de manequins num jantar. A Sábado deu agora essa notícia, mas esqueceu-se de referir a fonte.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Há mesmo histórias do Diabo


O jornal O Diabo tem estado atento nas últimas semanas às Más Despesas, e faz muito bem. Por exemplo, fez agora manchete com o escândalo dos relógios de ouro da PSP, denunciado pelo Má Despesa em Maio. Recorde-se que no início do ano a PSP gastou quase 62 mil euros em 283 relógios Tissot V8, com bracelete em aço e mostrador azul.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Presidente do INATEL pagou para ser entrevistado


A entrevista do senhor presidente da Fundação INATEL, Vítor Ramalho, à revista País Positivo custou a módica quantia de cinco mil euros. Parece impossível mas a prova está aqui. Além de ser uma má despesa pública, esperamos que a Entidade Reguladora da Comunicação e a Comissão de Carteira Profissional de Jornalista ajam em conformidade. A capa da revista não deixa de ser irónica: “Inatel investe 10 milhões e contribui para a recuperação económica nacional”. Encontra o artigo aqui.

Má Despesa Pública no Facebook

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Casos de Almada denunciados pelo Má Despesa chegam ao Sol


O Sol deu destaque aos luxos da Câmara de Almada, denunciados pela primeira vez em Junho pelo Má Despesa Pública. Há dois meses que o Má Despesa Pública tinha alertado para os gastos em relógios, incluindo de ouro, e para as jantaradas.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Caso dos relógios chega à imprensa


O Público de hoje publica uma notícia sobre as Más Despesas na Câmara de Almada. O ponto de partida é o caso dos relógios de ouro denunciado pelo Má Despesa Pública. O jornal pega nesses dados e recupera outros exemplos de Almada relacionados com medalhas e com relógios. Estes casos tinham já sido apresentados pelo Má Despesa e pelo Metoscano, mas o jornalista Nuno Perestrelo Chorão optou por não atribuir a fonte da denúncia.