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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como serão os jardins da Águas do Algarve?



A Águas do Algarve SA é uma sociedade de direito privado e capitais públicos. É detida pela empresa Águas de Portugal, SGPS, SA, que participa com a maioria do capital social, e pelos Municípios algarvios. Nos próximos dois anos esta empresa vai gastar mais de 30 mil euros mensais (31.250 €) em serviços de manutenção de espaços verdes nas suas instalações- foi lançado o concurso público no valor de 750 mil euros com um prazo de execução de 24 meses. O Má Despesa foi espreitar o site desta empresa pública e constatou que informação relativa à "empresa em números (síntese de indicadores)" parou em 2009, ano em que contava com 180 colaboradores. Lá ninguém deve ter tempo para actualizar a informação prestada ao público. E os jardins devem ser grandes e bonitos.  

domingo, 19 de junho de 2011

Uma revista de Gaia para todo o país ler


A ideia é promover os espaços verdes do concelho, mas a Câmara Municipal de Gaia não quer chegar aos seus munícipes mas sim ao país inteiro. A empresa municipal Águas e Parque Biológico de Gaia acaba de abrir um concurso de 208 mil euros para a edição e produção de oito números da revista Parques e Vida Selvagem. Por cada edição, serão distribuídos 100 mil exemplares da revista num jornal de
distribuição nacional. Nada ecológico, portanto.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PME mais verde


Há pouco referíamos o caso do jardim do Governo Civil de Lisboa. Mas há mais exemplos curiosos. Numa altura em que as PME estão no estado em que estão, o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) acaba de adjudicar um contrato de 51 mil euros para a manutenção de jardins e plantas de interior, limpeza de arruamentos, passeios e terraços dos edifícios, na sede do Lumiar.

Jardim? Qual jardim?


O Governo Civil de Lisboa vai gastar durante este ano 27 mil euros em "serviços de Conservação e Manutenção de Jardins",ou seja, 2.250 euros/mês.
O Governo Civil de Lisboa, instalado na Rua Capelo, n.º 11, em pleno centro de Lisboa, não possui qualquer jardim para usufruto dos cidadãos, pelo que poderíamos ser levados a crer que existiam grandes e formosos jardins nas traseiras do edifício, para utilização dos funcionários e dos cidadãos que se deslocam ao Governo Civil para tratar do do seu passaporte. O Google Earth, disponibilizado pelo próprio organismo, dá conta que não existe qualquer espaço verde no quarteirão correspondente ao Governo Civil de Lisboa.
Para se ter ideia do valor em causa, o município de Vila de Rei precisou de 22.400 euros para adjudicar os serviços para manutenção de jardins para os anos de 2009 e 2010 da vila.