sexta-feira, 30 de março de 2012

Um ponto de situação sobre o Banco de Portugal



O Banco de Portugal continua a não responder ao Má Despesa sobre as áreas mais nebulosas dos seus gastos. As perguntas foram colocadas a 1 de Fevereiro e continuam sem resposta. Vale a pena relembrar algumas:
1.Foram detectados ajustes directos na ordem das centenas de milhares de euros dedicados a actividades turísticas. Quais as justificações para estas despesas?
2. Por várias vezes foram detectados ajustes directos de carros para o Banco de Portugal. Qual é a actual frota automóvel do Banco? Quais os critérios para a atribuição de veículos a funcionários?
3. O Banco gastou 10 mil euros na compra de uma obra da artista Fernanda Fragateiro. Esta obra está colocada num local de acesso ao público em geral?
4. O Banco tem 15 edifícios situados em 12 localidades. Mesmo assim, porque optam por realizar eventos em hotéis de luxo? Qual o orçamento anual alocado a eventos?

Os primeiros alertas do Má Despesa sobre o Banco de Portugal remontam a Julho do ano passado. Desde então temos tentado trazer para a praça pública alguns exemplos de despesismo da instituição. A conclusão não podia ser mais preocupante, a entidade que supervisiona o sistema financeiro nacional não presta contas a ninguém.
Leia esta reportagem da revista Sábado sobre as despesas absurdas do Banco de Portugal, muitas delas denunciadas em primeira mão no Má Despesa.

3 comentários:

  1. Eu não sou a favor da Democracia Directa... todavia, no entanto, o cidadão não pode ficar à mercê das mafiosices dos 'Bilderbergos' e marionetas!!!
    Democracia verdadeira, já!.. Leia-se: DIREITO AO VETO de quem paga (vulgo contribuinte):
    - veja-se o blog fim-da-cidadania-infantil.
    {um ex: a nacionalização do negócio 'madoffiano' BPN nunca se realizaria: seria vetada pelo contribuinte!}


    ANEXO:
    Não é só andar a pagar as dívidas que os governos fazem/deixam!... De facto, quem paga - leia-se, contribuinte - tem de ter um maior controlo sobre a forma como é gasto o seu dinheiro!
    Explicando melhor: todos os gastos do Estado que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...] devem estar disponíveis para ser vetados durante 72 horas pelos contribuintes [nota: através da internet].
    Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.

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  2. Aquelas pessoas importantes do BdP têm muito mais que fazer do que perder tempo a responder a «badamecos» que se preocupam com coisas que não lhes compete.
    Ontem jogou o Sporting, para a semana o Benfica em Londres, não vos chega?
    Deixem-se de empinar o nariz.
    Cada um no seu lugar.
    Respeitinho é muito bonito.

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  3. Descobri que o banco é privado.
    Não é público nem cooperativo...
    Isso justifica subsídios de natal e de férias etc. etc.

    É um banco ao serviço de uns tantos, pois claro...

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