Observatório da Má Despesa Pública. Denuncie e partilhe madespesapublica@gmail.com
Mostrar mensagens com a etiqueta Censos 2011. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Censos 2011. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 31 de maio de 2011
Recenseadores sem receber
O caso dos recenseadores do Censos 2011 que ainda não foram pagos e não têm data para o pagamento dos serviços prestados directamente às respectivas juntas de freguesia, divulgado pelo Má Despesa Pública na semana passada, chegou hoje ao Diário de Notícias.
Ao jornal, o INE refere que 75 por cento dos pagamentos já foram realizados. O orçamento para salários, assegurado pelo INE, é de 30,8 milhões de euros. O montante é transferido para as câmaras que depois efectuam o pagamento aos recenseadores, situação que, por exemplo, ainda não ocorreu em Lisboa.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Censos 2011: 2,5 milhões para publicidade, mas recenseadores sem salários
Há um mês terminou a fase de recolha de informação do Censos 2011, da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística. Segundo informação publicada em Diário da República, o montante disponível para esta campanha de publicidade era de 2,5 milhões de euros (+IVA) para “despesas com a aquisição de serviços de planeamento, negociação, compra e gestão da colocação em meios de uma campanha de informação e mobilização da população e produção de alguns dos seus suportes”.
Uma consulta feita pelo Má Despesa Pública ao Portal dos Contratos Públicos encontrou contratos, por ajuste directo, no montante de cerca de dois milhões de euros. Uma fatia principal desse bolo, quase 700 mil euros, destinou-se à RTP, SIC e TVI. Outras empresas de publicidade exterior, jornais, revistas e agências também foram contempladas.
Apesar de toda esta despesa, uma parte significativa dos 30 mil recenseadores ainda não foi pago, apesar de o trabalho já ter sido concluído. O Má Despesa Pública tem conhecimento que os recenseadores do concelho de Lisboa, aos quais se juntam outros concelhos, além de ainda não terem sido pagos, não têm data para o pagamento dos serviços prestados directamente às respectivas juntas de freguesia. Os recenseadores, eram, na maioria, trabalhadores a recibo verde.
Ironicamente, esta semana, o jornal Sol dava conta que, com o fim dos inquéritos à população, cerca de 30 mil pessoas voltariam ao desemprego. Isto, apesar de ainda não terem sido remuneradas pelo último trabalho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
