Um seguidor do Má Despesa ficou
surpreendido com algumas despesas do Instituto Nacional da
Propriedade Industrial (INPI). Aqui ficam os exemplos mais bizarros,
devidamente fundamentados:
- 7.000 euros para serviços de
entretenimento do jantar de gala no Palácio da Ajuda;
-
23.527 euros para serviços de restauração. Como o “INPI não tem
cantina, nem restaurante”, está-se mesmo a ver a festa que foi. E
há mais seis mil euros aqui.
- 40.000 euros na aquisição de
serviços de consultadoria, assessoria e patrocínio jurídico no
âmbito do ramo do Direito Público. Isto quando o INPI “está
repleto de juristas e até tem um departamento jurídico”.
- 22.000 euros para a aquisição de
direitos de acesso à base de dados de Thomson Reuters, “para um
serviço chamado PDMTs que ninguém pediu e cuja base de dados
ninguém usa na casa”.

