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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Grândola: o presidente é quem mais ordena (II)



O caso foi aqui divulgado em 2014. Estava em causa a contratação do presidente da junta de freguesia do Carvalhal (Grândola), Ricardo Miguel da Costa, para a câmara municipal de Grândola. Os anos passaram e a prática manteve-se, como se pode constatar na foto supra (número de ajustes directos publicados no portal BASE relativos à referida contratação). Escusado será dizer que o município e a junta pertencem ao mesmo partido - é muita camaradagem. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Grândola: o presidente é quem mais ordena



Um leitor chamou a atenção do Má Despesa para uma nomeação polémica na Câmara de Grândola noticiada pelo Notícias Grândola Online. No passado dia 27 de Março, o presidente da autarquia propôs a contratação do actual presidente da junta de freguesia do Carvalhal, Ricardo Costa, para o futuro Sector de Desenvolvimento Económico e Turismo. Além de presidente da Junta, Ricardo Costa também está no conselho de administração da empresa municipal Infratróia e, ao contrário dos outros membros da administração, não apresenta nota curricular. É caso para dizer que, na terra da fraternidade, ela abunda entre os camaradas.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Mafra: A história da junta de Alcainça

Um leitor do Má Despesa esteve a ler o Jornal Badaladas e deparou-se com um verdadeiro paradoxo. Foi inaugurado o edifício sede de uma junta que vai ser extinta. O território vai ficar agora debaixo da alçada da Malveira. «Pode-se ver, na secção Oeste uma notícia na página 1 que se refere à extinção da freguesia de Alcainça no concelho de Mafra, na sequência da Reforma Autárquica. (…) Se se seguir para a página 2, aparece a notícia que refere a inauguração da nova sede da Junta de Freguesia de Alcainça, com um custo de cerca de 400 mil euros, pelo que a respectiva sede irá funcionar até às próxima eleições (daqui a 2 meses, portanto!)», descreve o leitor.
O presidente da junta, Rui Veríssimo Jorge, disse à RCM que acredita que o edifício vai continuar a ser utilizado, pois faz todo o sentido “ter aqui uma delegação e um espaço com serviços dos CTT, de atestados e de cobrança de electricidade, e haverá sempre a necessidade de dar esse apoio principalmente aos idosos”. Essa é uma decisão que ficará à responsabilidade do “novo executivo eleito nas eleições autárquicas deste ano”. Tudo questões de pouca importância quando estão em causa apenas 400 mil euros...