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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Autarquias de família



Já todos sabemos que em Portugal julgamos por vezes viver numa monarquia quando olhamos para certas práticas gestionárias do Estado Português. As autarquias são um bom espelho disso e de um outro aspecto conexo que grassa na vida pública : a meritocracia não é a bitola da escolha. O programa Sexta às 9 da RTP (no link: http://www.rtp.pt/play/p1047/e141090/sexta-as-9-ii ) foi espreitar o espírito familiar de algumas autarquias portuguesas que ainda reina nos dias de hoje. Castro Daire, Vizela, Póvoa de Lanhoso, Tomar e Golegã - em todas elas existem recentes nomeações de familiares do presidente da câmara O presidente da câmara de Vizela nomeou o filho para chefe de gabinete, a presidente de Tomar chamou o marido, o presidente da Golegã escolheu o irmão e na Póvoa de Lanhoso coube a sorte à irmã do presidente que foi chamada para assessora do vereador da cultura. Mas é em Castro Daire que reside a melhor amostra : o reeleito presidente nomeou a filha para adjunta do seu gabinete de apoio no passado dia 3 deste mês, lugar ocupado no anterior mandato pelo genro. Sucede que a filha separou-se e o presidente lá decidiu proceder à devida substituição. E como a família impera, o sobrinho do presidente do município de Castro Daire também já lá esteve como adjunto.




quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Maria da Fonte às (re)voltas na tumba


E não é para menos. O município de Póvoa do Lanhoso, com 21.886 habitantes, precisou de um empréstimo de  2.469.209,63 €,  no âmbito do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), para pagar as dívidas a fornecedores vencidas há mais de 90 dias mas no mês passado lançou o concurso público para a obra de reconstrução, alteração e ampliação de dois edifícios destinados ao Centro Interpretativo Maria da Fonte, pelo preço (inicial) de 890.000,00 €. Se estivéssemos no Minho de 1846, o edifício dos Paços do Concelho corria o risco de ser visitado por mulheres armadas de sacholas, forcados e espeto lideradas por Maria da Fonte