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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Há um novo super-Mercedes em Abrantes



A presidência da Câmara de Abrantes tem um novo Mercedes à sua disposição. Custou 50.813,01 euros.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Medalhas para bebés


É certo que o país tem um grave problema demográfico pela frente, mas não nos parece que esta seja a forma mais eficaz de aumentar a natalidade. A Câmara de Abrantes decidiu oferecer medalhas aos bebés nascidos durante o ano 2016, “no âmbito das comemorações do centenário do concelho de Abrantes”. Custo? 14.365 euros.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Serpa e Abrantes: O preço da propaganda



Os boletins municipais, conhecidos veículos de propaganda, apresentam sempre uma factura jeitosa nas contas autárquicas, considerando os custos que lhes estão associados: concepção, impressão e distribuição. E as contas desta despesa variam bastante entre os municípios. Vejamos dois exemplos. O concelho de Serpa tem menos de 16 mil habitantes (15.623) e a autarquia vai gastar este ano 20.604,00 € (mais IVA) só em serviços de impressão do boletim municipal e da agenda cultural (o contrato publicado não refere o número de exemplares impressos). Por sua vez, o município de Abrantes, com quase 40 mil habitantes (39.325), vai gastar 57.332,82 € (mais IVA) em três anos para imprimir o boletim.  

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mais um estudo



Foi adjudicada este mês a aquisição de serviços para a elaboração de Plano Estratégico da cidade de Abrantes por 20 mil euros. "O PECA  é um instrumento de trabalho que pretende reorientar/reforçar ou renovar estrategicamente os objectivos a alcançar, tendo em conta as transformações ocorridas no Concelho na última década", foi assim que a autarquia de Abrantes definiu o último plano estratégico que encomendou para o período 2007-2013.
Quando é que este país decide começar a escolher e a eleger pessoas capazes de pensar estrategicamente, sem necessidade de recorrer a consultores externos?

terça-feira, 2 de julho de 2013

Um país à beira da loucura

Os gastos disparatados e os atentados à boa gestão dos dinheiros públicos continuam. Aqui fica um apanhado do que saiu na imprensa nos últimos dias. Parece impossível, mas Portugal em 2013 é isto mesmo.
  1. Trinta oliveiras em Abrantes custaram 60 mil euros. Esta autarquia PS adquiriu as árvores por ajuste direto a uma empresa da família do presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino (PS).
  2. Uma ligação de comboio Porto-Vigo directa decidida por políticos e sem qualquer fundamentação económica ou que atenda às necessidades das populações. Meio caminho andado para andar às moscas e depois suspender esta ligação internacional. 
  3. A Lusoponte foi considerada “um dos piores exemplos de concessões com portagem real que acarretam encargos para o Estado". Consta de um relatório elaborado por uma comissão parlamentar. Foi divulgado há quase duas semanas. Caiu no esquecimento.
  4. Tudo bons amigos. A Câmara Municipal de Odivelas está a ser investigada por ter celebrado contratos de ajuste directo no valor de cerca de 250 mil euros com escritórios de advogados cujos sócios eram ex-vereadores, deputados municipais ou funcionários da autarquia.
  5. Portimão é a nova Madeira. Todos os dias de descobre um buraco. Apenas um exemplo. A Portimão Urbis, empresa municipal da câmara com maior endividamento per capitado país, gastou 2,46 milhões a modernizar o estádio de futebol do Portimonense. Todos os contratos, adjudicados entre Agosto de 2010 e Outubro de 2011, foram celebrados sem qualquer concurso público.