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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Inspecção-geral das Finanças contrata segurança às prestações



A Inspecção-geral das Finanças anda a celebrar ajustes directos sucessivos com a mesma empresa de segurança, optando por não convocar um concurso público. Como se não chegasse, o mais recente ajuste directo relativo à vigilância e segurança entre os meses de Janeiro e Junho foi apenas celebrado em Maio e publicado no portal Base em Junho. O mesmo atraso foi registado em 2017. 

- Aquisição de serviços de vigilância e segurança de Janeiro a Junho 2018: 44.219,82 € 

- Aquisição de serviços de vigilância e segurança celebrado em Novembro de 2017 mas “com efeitos retroactivos desde 01 de Abril de 2017”: 66.329,73 € 

- Serviços de vigilância e segurança. Celebrado em Março de 2017 e válido por três meses: 22.109,91 €








terça-feira, 6 de setembro de 2016

A EMEL tem uma relação especial com a Prosegur



O que será que leva a EMEL a multiplicar os ajustes directos com a empresa de segurança Prosegur, em vez de realizar um concurso público? A empresa municipal de Lisboa contrata a empresa, com dois nomes diferentes, para o mesmo fim. Os dois contratos foram publicados no Base no mesmo dia. 

1. Serviços de recolha, transporte, contagem de valores, depósito bancário e reporting de valores com a Prosegur Logística (69.999,96 €); 

2. Prestação de serviços de Vigilância para acompanhamento de colecta com a Prosegur Companhia de Segurança (67.032,00 €). 


terça-feira, 15 de setembro de 2015

ASAE contrata empresa de segurança ao mês


Algo de bizarro se passa para os lados da ASAE. A Autoridade da Segurança Alimentar e Económica anda a assinar contratos de ajuste directo, no valor de 19.442,91 euros, com a Securitas válidos por apenas um mês e que são assinados e publicados no Base depois da data do serviço em causa. Foi assim em Julho. E em Junho. E em Maio. E em Abril. E em Março. E em Janeiro. A avaliar pelo Base, em Fevereiro não houve qualquer segurança na ASAE. Não deixa de ser irónico.  

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Despesas com segurança duplicaram em 15 anos nem assim a criminalidade estabilizou


A despesa do Estado com "Segurança e Ordem Pública" aumentou para mais do dobro nos últimos 15 anos. Em 1995 os gastos com as polícias foi de 1278,4 milhões de euros e em 2009 essa verba tinha disparado para 3185,7 milhões. Mas o maior investimento não se traduziu numa diminuição dos crimes e da insegurança. Neste mesmo período o país registou um aumento de 30% de crimes, sendo que, nos últimos 10 anos, os crimes contra o Estado foram os que mais recrudesceram (70%).
A falta de eficiência é mais notória nos governos socialistas. António Guterres aumenta a despesa em 85% e a criminalidade nos seus anos sobe 19%. Com José Sócrates o cenário é semelhante. Mais 22% de despesa com a Segurança e mais 7,4% de criminalidade registada no mesmo período. Nos anos de Governo PSD/CDS, juntando Durão Barroso e Santana Lopes, a despesa com as polícias também foi aumentada, mas menos (mais 9,4%). Em contrapartida o investimento feito contribuiu, pelo menos, para estabilizar a criminalidade, com um ligeiro aumento de apenas 0,7%.”
(Fonte: DN)