Já antes tínhamos denunciado a compra irregular de preservativos por parte da Direcção Geral de Saúde. O caso chegou até à imprensa. É que a entidade comprava os preservativos sem consultar várias empresas fornecedoras apesar de os valores ultrapassarem os 75 mil euros. Agora deparamo-nos com contratos de “concurso público” para a compra de preservativos, sem que a Direcção Geral de Saúde indique no portal Base quais foram as empresas concorrentes. Que mistério é este? Reparem só nestes exemplos recentes:
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
Estes preservativos são do outro mundo
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Estes preservativos da Direcção Geral de Saúde têm um grave problema
A Direcção Geral de Saúde comprou por ajuste directo 150 mil unidades de preservativos femininos e um milhão de unidades de gel lubrificante. Qual o problema? Custaram 169.500 euros, um valor que deveria ter levado a entidade a lançar um concurso público para que outras empresas apresentem propostas e, possivelmente, apresentem condições mais concorrenciais.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Sobre a falta de preservativos
Hoje assinala-se o Dia Internacional do
Preservativo – pretexto para reflectir sobre o “objecto”. No
início de Janeiro, António Diniz, director do Programa VIH/Sida,
esteve no Parlamento, onde confirmou vários problemas com a distribuição de medicamentos retrovirais e de preservativos.
António Diniz revelou que no fim de 2012 houve falta de medicamentos
retrovirais nos hospitais "em percentagem significativa"
provocada por dificuldades financeiras. Também houve problemas na
distribuição de preservativos. "Houve um défice de
distribuição. Quando pediam 100, só dávamos 30", admitiu o
mesmo responsável. Estes preservativos são distribuídos pelos
centros de saúde, associações e ONG de todo o país.
Graças a uma pesquisa no Base
percebe-se que a falta de preservativos resolveu-se com 75 mil euros
da Direcção-geral de Saúde que deram para comprar 1,5 milhões de
unidades. Para se ter uma ideia, esses 75 mil euros correspondem ao
dinheiro que a mesma Direcção-geral de Saúde paga à Esli para
estacionar os seus carros desde 2010 (25 mil euros, 28 mil euros e 18 mil euros). Parecem ser estas as prioridades em termos de segurança.
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