Já todos sabemos que em Portugal julgamos por vezes viver numa monarquia quando olhamos para certas práticas gestionárias do Estado Português. As autarquias são um bom espelho disso e de um outro aspecto conexo que grassa na vida pública : a meritocracia não é a bitola da escolha. O programa Sexta às 9 da RTP (no link: http://www.rtp.pt/play/p1047/e141090/sexta-as-9-ii ) foi espreitar o espírito familiar de algumas autarquias portuguesas que ainda reina nos dias de hoje. Castro Daire, Vizela, Póvoa de Lanhoso, Tomar e Golegã - em todas elas existem recentes nomeações de familiares do presidente da câmara O presidente da câmara de Vizela nomeou o filho para chefe de gabinete, a presidente de Tomar chamou o marido, o presidente da Golegã escolheu o irmão e na Póvoa de Lanhoso coube a sorte à irmã do presidente que foi chamada para assessora do vereador da cultura. Mas é em Castro Daire que reside a melhor amostra : o reeleito presidente nomeou a filha para adjunta do seu gabinete de apoio no passado dia 3 deste mês, lugar ocupado no anterior mandato pelo genro. Sucede que a filha separou-se e o presidente lá decidiu proceder à devida substituição. E como a família impera, o sobrinho do presidente do município de Castro Daire também já lá esteve como adjunto.
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Boletins informativos de Tomar custam 183 mil euros
A impressão do boletim informativo municipal de Tomar vai custar 183.600 euros nos próximos três anos, o que suscitou críticas por parte dos vereadores da oposição que consideram a despesa “injustificável” no actual momento de crise. (Fonte: O Mirante) Em Resende, por exemplo, conseguem fazer a festa mais barata. Mas, além da produção e impressão, as câmaras têm de distribuir os boletins. Só a Câmara de Oeiras precisa de 16 mil euros.
Já antes o Má Despesa Pública tinha alertado para a proliferação de
boletins autárquicos.
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