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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Como o Estado (não) protege as pessoas e o património


Os exemplos de ineficiência do Estado português são infindáveis, como todos sabemos. Desta vez reclamamos atenção para dois casos retratados no último programa Sexta às 9 da RTP1 (pode ver aqui). O que travou o socorro às vítimas dos incêndios de Pedrogão Grande? Médicos e operadores do INEM quebram o silêncio e relatam falhas que provocaram demora no auxílio às vítimas e, em alguns casos, total falta de socorro (descrita no polémico capítulo VI do relatório de Xavier Viegas que tem sido sonegado aos cidadãos por parte do Estado). Sabendo que a negligência das Instituições públicas não se limita às pessoas, o Sexta às 9 também mergulha no caso dos dois navios recentemente descobertos no Rio Tejo, naufragados há mais de três séculos, perante os quais o Estado nada faz para preservar o património neles contido que conta, entre outras coisas, com 500 barris de madeira intactos que eram usados para transportar todo e qualquer tipo de mercadoria. 

terça-feira, 26 de abril de 2011

Como (não) poupar quase três milhões

O TC considera que no Instituto de Emergência Médica(INEM) "as decisões de gestão não são baseadas na medição rigorosa da economia dos meios/recursos,(...)" e acrescenta que "caso a metodologia de financiamento dos Postos de Reserva fosse aplicada à maioria dos 222 Postos de Emergência Médica existentes, seria possível gerar uma poupança estimada de aproximadamente € 3,7 milhões." (Fonte: Tribunal de Contas)