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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Três anos para publicar o ajuste da directora do Museu do Design

A história não surpreende tendo em conta o histórico da Câmara de Lisboa nesta matéria. O ajuste directo com a directora do Museu do Design e da Moda de Lisboa (Mude) data de Agosto de 2009. Só três anos depois é que é publicado. São quase 130 mil euros. Na empresa municipal EGEAC já é diferente. O contrato com a directora da Casa Fernando Pessoa (quase 140 mil euros) demorou apenas duas semanas a ser publicado.

A sua autarquia não é transparente na forma como gasta o seu dinheiro? Escreva para madespesapublica@gmail.com


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Câmara de Lisboa aluga ar condicionado


Vamos fazer de conta que isto faz sentido. A Câmara Municipal de Lisboa pagou 26.280 euros pelo aluguer, durante seis meses, de equipamento de ar condicionado existente no MUDE. Este museu do design é todo um estudo de caso. Aquando da abertura, foram contratados 70 assistentes a falsos recibos verdes. Depois de denunciarem a sua situação de trabalho ilegal foram despedidos. Depois, António Costa veio dizer que a CML é "bastante rica em recursos humanos", pelo que iriam assegurar o funcionamento do museu. Uma constatação que podia ter sido feita antes da inauguração do MUDE em Maio de 2009.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O caso do MUDE

70 (!) assistentes do MUDE foram contratados a falsos recibos verdes. Depois de denunciarem a sua situação de trabalho ilegal foram despedidos. Agora António Costa vem dizer que a CML é "bastante rica em recursos humanos", que vão assegurar o funcionamento do museu. Uma constatação que podia ter sido feita antes da inauguração do MUDE (Maio de 2009) (Fonte: Visão)