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quinta-feira, 29 de maio de 2014
Figueira da Foz: um jardim plantado de dívidas
Segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2011 e 2012 da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC) (último anuário disponível), Figueira da Foz ocupava a 28.ª posição na lista dos municípios com o maior endividamento líquido - quase 50 milhões de euros (48.845,370 €) - sem contar com as dívidas das empresas municipais. O município da Figueira da Foz vive sufocado pelos empréstimos contraídos - só este ano vai pagar mais de 1,7 milhões de euros (1.767.127,44€ em juros) mas, ainda assim, decidiu "investir" mais de meio milhão de euros (518.692,98 €) só na remodelação do jardim junto ao mercado municipal.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Miranda do Corvo: a crise passa-lhe mesmo ao lado
Edifício da Câmara Municipal de Miranda do Corvo@Jorge Correia
Ontem o Má Despesa mencionou a Casa das Artes de Miranda do Corvo, a inaugurar em ano de crise profunda e de eleições autárquicas, e cujo valor (inicial) da obra ultrapassa os 2 milhões de euros.
Hoje, é dia de falarmos de um jardim. No ano passado, a autarquia de Miranda do Corvo lançou o concurso público para a 1.ª fase da empreitada do parque das Moitas. Está em causa a construção do jardim da Paz, cuja empreitada tem um valor (inicial) de 566100.00 €.
Mais uma fita para cortar em ano de eleições autárquicas.
N.B.: As autarquias devem cerca de mil milhões de euros às empresas de construção.
N.B.: As autarquias devem cerca de mil milhões de euros às empresas de construção.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Benavente: Um jardim que mais parece um elefante branco
“O Jardim da Fateixa, em Benavente, um local à beira rio, com deficientes acessos pedonais, não é procurado pela população mas mesmo assim a câmara vai gastar 150 mil euros na recuperação do espaço, que já foi intervencionado no passado.
No local chegou a existir um bar em madeira, pontões para a população caminhar, caixotes do lixo e mesas para refeições. Porém os únicos interessados no espaço foram os toxicodependentes e os jovens que, em pouco mais de dois anos, vandalizaram por completo o espaço. O bar foi “decorado” com grafittis, incendiado e, por fim, removido. Como se isso não bastasse até uma forte cheia em 2003 arrastou o pouco que ainda havia pelo rio abaixo.
Pouco tempo depois o jardim foi ocupado pela Estradas de Portugal como estaleiro de obra da construção da ponte e viaduto de Benavente. Aquando da intervenção no parque ribeirinho da vila em 2004 – que custou perto de 2,5 milhões de euros – a Câmara Municipal de Benavente realizou um “pequeno arranjo” com limpeza e desmatação.”
“É um espaço completamente isolado do centro da vila. Quem é que no seu juízo quer enfiar-se no carro para ir para aquele jardim que tem uma entrada íngreme e perigosa e nenhum lugar de estacionamento? Para ir a pé também é impossível. O jardim é um buraco em todos os aspectos, físico e económico”, defende César Barreiro." (Fonte: O Mirante)
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